A newsletter de hoje veio recheada de conteúdos diversos para deixar seu dia mais descontraído. Isso inclui uma reflexão nossa sobre o FOMO (fear of Missing Out) e o JOMO (Joy of Missing Out),e, aproveitando que já já teremos a próxima edição do Oscars 2026, com Wagnber Moura sendo um dos nomes mais cotados para Melhor Ator em O Agente Secreto, trouxemos uma breve explicação sobre a história e criação da premiação.
Espero que gostem ❤
Beijos,
Carol Stauch & Equipe Never Leave Naked
FOMO OU JOMO?
Sabe quando você não tá muito afim de sair, passou o dia cansada, já tinha se imaginado em casa, de pijama, deitada no sofá, com o skincare feito pronta pra maratonar a sua série… Mas aí chega o convite: Bora?
Você até pensa em recusar. Afinal, já sabe exatamente como vai ser: o bar vai estar lotado, a música boa mas alta demais, as mesmas conversas sobre trabalho, os amigos de sempre contando as mesmas histórias, a fila infinita pro banheiro… Mas e se, por algum acaso do destino, hoje for diferente?
É aí que entra o FOMO (Fear of Missing Out), o famoso medo de ficar de fora. A gente sabe que, racionalmente, não faz sentido, 90% das vezes, a noite acaba exatamente como todas as outras. Mas nosso cérebro insiste na ideia de que talvez hoje seja O rolê. E se acontecer algo épico? E se todo mundo comentar depois e eu ficar de fora?
Aí você se arruma, sai… e, bom, foi divertido, mas nada demais. Você poderia ter ficado em casa sem peso na consciência.
O problema é que esse medo de perder algo incrível nos faz acumular saídas, eventos, encontros, mesmo quando a gente nem tá tão afim assim. No fim, acabamos sobrecarregados, gastamos energia à toa e, ironicamente, perdemos o que realmente importa: momentos de descanso, tempo pra nós mesmos e até aquele simples prazer de não fazer nada (o famoso “dolce far niente” que Julia Roberts se referia em “Comer, Rezar e Amar)
Talvez a solução seja trocar um pouco de FOMO por JOMO (Joy of Missing Out), ou seja, aprender a curtir o fato de que nem tudo precisa ser vivido. Porque, sejamos sinceros? O rolê quase sempre parece mais legal no story do que na vida real.
A HISTÓRIA DO OSCAR

FOTO: USA Today
Todo mundo sabe que o Oscar é a maior e mais importante premiação de cinema do mundo. Todos os anos, milhões de espectadores aguardam ansiosamente para descobrir se seu filme, ator ou atriz favorito será o grande vencedor das categorias. Mas você sabia que essa tradição tem quase um centenário de história?
A criação do Oscar está diretamente ligada à expansão do cinema americano no século XX, especialmente nos anos 1920. Naquela época, importantes figuras da indústria cinematográfica decidiram unir forças para fundar uma organização que administrasse a reputação de Hollywood, o principal centro de produção de filmes do mundo. Assim nasceu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, conhecida em inglês como Academy of Motion Picture Arts and Sciences (AMPAS). A organização foi oficialmente fundada em 11 de maio de 1927, por iniciativa de Louis B. Mayer, um dos chefes do estúdio MGM.
Os fundadores da AMPAS decidiram que era essencial estabelecer uma cerimônia para reconhecer os melhores filmes lançados anualmente. Assim, em 1927, surgiu a ideia que daria origem ao Oscar. A primeira cerimônia promovida pela AMPAS aconteceu em 16 de maio de 1929 e premiou os melhores filmes de 1927 e 1928. O evento reuniu 270 convidados, que já conheciam os vencedores antecipadamente e pagaram US$5 para participar. Desde então, o Oscar evoluiu para um evento multimilionário, assistido por milhões de pessoas ao redor do mundo.
Ao longo dos anos, muitas mudanças ocorreram na premiação. Atualmente, ele avalia filmes do ano anterior, e o número de categorias aumentou de 12 para 23. No passado, era necessário pagar para comparecer ao evento, e a duração da cerimônia cresceu significativamente. No entanto, uma das mudanças mais importantes está na maior diversidade de indicados e votantes, refletindo um esforço para tornar a premiação mais inclusiva.
Nos últimos anos, a AMPAS tem implementado medidas para aumentar a representatividade na premiação, impulsionadas tanto pela pressão do público quanto pela necessidade de acompanhar as mudanças da sociedade. Desde 2024, tornou-se obrigatório incluir estrangeiros em diversas categorias, e na edição deste ano, o filme brasileiro Ainda Estou Aqui foi indicado a Melhor Filme, um feito histórico. Um marco significativo dessas transformações ocorreu em 2020, quando o longa sul-coreano Parasita conquistou seis estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor.
Não é à toa que outras premiações de cinema e música estão seguindo esse caminho, ampliando a representatividade. A popularidade do Oscar reflete o reconhecimento global das artes, inspirando criadores a seguir produzindo e abrindo portas para novas gerações. Quantos talentos ainda desconhecidos descobrirão que podem ser representados? Tudo isso acontece porque o mundo segue celebrando a diversidade.
Mais do que uma premiação que celebra artes e talentos após anos de trabalho árduo e dedicação, o Oscar se tornou um palco onde histórias ganham vida e vozes, do passado e do futuro, encontram espaço para serem ouvidas. A cada edição, o evento reforça o poder do cinema em emocionar, inspirar e transformar, mantendo viva a magia da sétima arte para as próximas gerações.
Editor's Note

@carolstauch
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